SCA Scalzilli Althaus
SCA Scalzilli Althaus
Resumo
SCA Scalzilli Althaus é um escritório de advocacia com 50+ anos de mercado, sediado em Porto Alegre (RS), aparece no Radar AB2L na categoria Rede de Profissionais. Liderado pelos sócios Marcelo Scalzilli e Verônica Althaus, atua em consultoria empresarial, contencioso corporativo e reestruturação de empresas com equipe multidisciplinar.
O que faz
Embora seja primeiramente um escritório de advocacia (não uma legaltech no sentido tradicional de produto), aparece no Radar AB2L como Rede de Profissionais — provavelmente por uso intensivo de tecnologia jurídica, parcerias com legaltechs ou operação de braço próprio de tecnologia (verificar SCA Administração Judicial).
Produto / Serviço principal
- Consultoria empresarial e societária.
- Contencioso corporativo.
- Recuperação judicial e reestruturação de empresas.
- SCA Administração Judicial (braço dedicado para AJ).
Público-alvo
- Empresas em fase de reestruturação ou recuperação judicial.
- Operações empresariais que precisam de contencioso/consultoria sofisticada.
- Clientes que valorizam tradição (50+ anos).
Diferenciais
- 50+ anos de mercado (1973-2026).
- Especialização em recuperação judicial — área técnica e regulada.
- Liderança feminina destacada (Verônica Althaus como diretora geral).
Stack / Tecnologia
Como escritório de advocacia, usa stack jurídico comum (gestão, monitoramento, BI). Não é desenvolvedor de tecnologia proprietária pública.
Modelo de monetização
- Honorários advocatícios (hora, contrato, success fee).
- Administração judicial em recuperações e falências.
Fundadores / Liderança
- Marcelo Scalzilli — Sócio.
- Verônica Althaus — Sócia e Diretora Geral, 18+ anos em Direito Empresarial e Recuperação de Empresas.
Investimento / Funding
N/A (escritório de advocacia, não startup).
Links
- Site: https://scaadvocacia.com.br
- SCA AJ: https://scaaj.com.br/
- LinkedIn: https://br.linkedin.com/company/scalzillialthaus
Notas adicionais
Aparece no radar de Lawtechs/Legaltechs como escritório associado à AB2L. Não desenvolve produto tech próprio (ao que se vê publicamente). Concorre com escritórios em recuperação judicial — segmento muito específico no Sul.